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SHOWBISSO

Foi, talvez, em 1975 o primeiro trabalho que fiz com Patrício Bisso, o excepcional impersonator de figuras femininas, dono de um talento excepcional e humor único.

 

Quem me apresnetou a ele foi Celso Curi, o incansável fomentador cultural de São Paulo, que ao ver o show do rapaz de 17 anos, recém chegado da Argentina, reconheceu imediatamente seu talento e achou que só lhe faltava direção. Me levou para ver o show e eu e Partrício estabelecemos uma ligação muito afutuosa que durou até sua morte em 2019.

 

Depois de duas ou três parcerias, com muito carinho e o humor de sempre, ele me dispensou dizendo algo como: “Pronto. Já aprendi tudo. Agora eu continuo sozinho.” E continuou mesmo por uma carreira ímpar, inesquecível. A amizade, porém, permaneceu inalterada.

 
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