O texto de Alexandre Dumas Filho

foi encenado com uma bela leitura cênica: situava cada ato numa estação do ano, começando e terminando com o inverno. Era nítida a parábola que identificava Marguerite e Armand com a Terra e o Sol. 

A encenação ia do drama individual, à crítica social, à imagem do tempo cíclico: o pessoal, o social, o cósmico.

A produção foi um empenhado esforço do Ditirambo, grupo que mantinha o Teatro Cenarte. Por um daqueles nefastos fenômenos que ocorrem às vezes no teatro nem o talento de Alna Prado, nem os belos figurinos de Maria Helena Grembecki foram reconhecidos.

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1981

A DAMA DAS CAMÉLIAS